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Relato de Experiência de Projeção da Consciência - Limpeza Espiritual de Ambientes - Dhin Akari

Limpeza Espiritual de Ambientes
Relato Ilustrado

Ilustrado por Rafael Benjamin

Até hoje de todas as limpezas que fiz, essa foi a mais complicada, mas ainda assim não vi nada muito negativo que devas te preocupar.
Primeiramente senti muita resistência ao entrar na casa. Fiquei forçando o atravessamento da porta, mas sentia uma barreira ali.

A imagem ao lado ilustra o momento em que me aproximo da casa da cliente. Sempre me projeto com a aparência humana envolta por uma nebulosa.

A supraconsciência mandava imagens negativas de mim atravessando essa porta no intuito de me dizer que haviam riscos espirituais ali, ou armadilhas criadoras de ilusão psíquica.

Bombardeei essa parede da porta para remover essas programações do ambiente. Consegui atravessar. Essa parede da porta da casa estava por dentro impregnada de energia preta negativa. Não era muiiiito negativa, mas era.


A Supraconsciência é a partícula divina que habita todos os seres inteligentes. Eu recebo as informações dela através do chacra do topo da minha cabeça, bem representado na ilustração. Neste momento ela "falava" a respeito dos riscos espirituais acerca da casa.

Essa energia dava a ilusão de que toda a casa era negativa. A função dessa energia ali era causar uma má impressão de quem e do que estivesse dentro da casa. Consegui desfazer a ilusão, mas a energia permaneceu ali até o fim da sessão.

Com essa remoção, consegui ver a energia verdadeira da casa que é bem positiva. Os pensamentos teus e talvez de quem mora na casa sobre ela, ficam impregnados no ambiente e causam uma impressão intuitiva em quem chega aí.
Momento em que quebro a resistência feita por energia preta negativa e "caio" dentro da casa. A energia foi posta por seres que tinham a intenção de criar uma impressão ruim sobre a casa. 

O que senti foram pensamentos bem positivos sobre a casa, de ter sido conseguida de uma maneira agradável, de ser um ambiente próspero, leve, feliz.
Dentro da casa tinha energia branca de tranquiliadade (predominante), depois dourada de prosperidade e por último uma energia rosada de energia maternal, afetividade, feminilidade.
Fui passeando pela casa tentando encontrar seres ou energias nocivas. Sentia no ar uma densidade que dificultava o meu deslocamento. Era uma energia semitransparente de paralisia, ocultação, ignorância. Foi colocada por seres trevosos no intuito de regular para baixo a energia de quem mora na casa e de quem por aí passar. Essa energia era tipo um entorpecente.

Removi essa energia e aí o deslocamento ficou mais fácil. Fiz na casa uma varredura energética limpando todo o ambiente. Encontrei um espírito de gato que ficou parado me olhando. (risos)... Até cheguei a pensar que fosse um disfarce de algum espírito mais racional que se travestiu de gato pra eu não fazer nada. Mas não era e mesmo assim eu o enviaria para a luz, como fiz.
Esse espirito de gato estava pelo que eu acho ser a cozinha. Quando eu estava na sala, um espírito me agarrou do pescoço tentando me estrangular. Me prendeu num "lustre" (pode não haver lustre físico na sua casa, mas no plano astral há) e tentou me boicotar, não sei bem o que ele queria, mas a supraconsciência disse que ele me atacou por causa da luminosidade que eu emito e ele queria isso pra ele. Eu o enviei para a luz também onde terá a oportunidade de se transmutar.

A energia era translúcida, tinha certa densidade que dificultava a locomoção astral ali dentro. Seria como tentar correr no fundo do mar. 

Ao redor do apartamento todo, havia uma energia de bloqueio colocada pela mesma turma que botou a energia de entorpecimento. O ser estava de alguma forma presente aí como um guardião cerceando a liberdade de consciência sua e de quem mais morar aí. Ele era um ser mais forte, mas consegui despachá-lo.
Depois vasculhei um pouco mais e encontrei um quarto (porta que se comunica com a cozinha - é um quarto?) que estava todo preto. Todinho escuro. Tentava entrar e era barrado aí. Atirei bombinhas de luz lá dentro e a escuridão começou a se dissipar.
Essa escuridão era energia emocional negativa de uma mulher... uma moça jovem que em algum momento chorou muito ali sentada numa cama. Foi muito bom ela ter feito isso (chorar, exteriorizar sua emoção), mas a energia ficou ali e criou um imprint no ambiente de tristeza. Na medida em que a escuridão se dissipava eu via ali dentro a moça sentada chorando com as mãos no rosto sobre a cama. Essa imagem era literal e no plano astral aquele momento ainda não havia passado (o tempo nas outras dimensões passa de maneira diferente do que no plano físico - neste caso aquela cena estava "parada" no tempo).
Fiz os comandos de limpeza e a moça resistiu a mudança, até tentou me atacar, mas foi tragada pela fonte de luz do universo antes.
Ilustração do estado energético da casa após toda a limpeza e proteção. 

Por fim, fiz vários comandos de proteção e elevação do padrão vibracional da casa. Fiz comandos para que moscas parem de entrar na casa. Por que fiz isso? Não sei.

Embora eu tenha relatado várias coisas, nada disso me pareceu preocupante. A energia da casa é no geral, positiva.

Foi uma sessão demorada, mas valeu a pena.


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Resposta da cliente ao relatório confirmando por ela mesma as percepções que tive ao entrar espiritualmente na casa:

"Não sei se comentei, acho que não, mas desde de dezembro de 2012, estava sendo obsediada por um espírito suicida e que estava em minha casa. Fiz um trabalho xamânico para tirá-lo de lá, e senti melhoras, e pelo seu relato percebi que deu certo! 
A casa em que moro é alugada, e realmente foi conseguida de maneira bem fácil e agradável! E fico feliz por ela ter um ambiente positivo!!
Estranho ter uma energia na  casa que criava a  ilusão de negatividade.... pra causar impressão uma má impressão de quem e do estivesse dentro da casa....por que será que isso acontece?

(podem ser criações de seres noutros planos ou de pessoas que já moraram na casa. Também podem ser criações inconsciente dos moradores atuais.)

Vc encontrou um espírito de gato!!! Que engraçado vc ter encontrado!! Eu sempre tive espíritos de gato comigo.... e até de felinos maiores... desde pequena! Quando criança, sempre sentia subir na cama e dizia que moravam no meu guarda roupas! Algumas vezes apareciam marcas de patinhas nas paredes que davam pra janela...e eu morava no 9º andar! Ou seja, não eram gatos físicos! Com 8 anos ganhei um gato, que foi o amor da minha vida! rs E mesmo qdo estava com ele, marcas de patas de tamanho maior que as dele apareciam, e sentia subir na cama. Ele faleceu em 2008... Emoji  ...Hj tenho 3 gatos, mas fecho a porta do quarto na hora de dormir, e com frequência sinto um gato subir e andar na cama.... e não são os meus pois estão fora do quarto... Vou reparar se isso para de acontecer depois de vc mandar o espírito que encontrou para luz! 

Obrigada por fazer comandos para que moscas parassem de entrar na casa! Realmente diminuiu muito! Não sei porque, as moscas entravam por todas as janelas e não conseguiam sair! Era muito chato!! Pra mim e pra elas! rs Mesmo quando eu acabava de limpar a casa!! Emoji rs

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Um Convite para a Paz Mundial e Libertação de Tecnologia



O texto abaixo é a cópia do convite oficial aos líderes dos vossos governos através das suas embaixadas na Bélgica. Estes emails começarão a sair da Fundação e serão encaminhados para todos os embaixadores na Bélgica nas próximas duas semanas.
Publicaremos o nome do país e o endereço de email utilizado para que possa seguir o progresso da resposta do vosso governo.
Daqui para o futuro cabe a si verificar que as implicações desta tecnologia são compreendidas no seu país de origem.
Convite para a paz mundial e libertação de tecnologia
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A seguir ao encontro da Fundação Keshe com os embaixadores do mundo convidados a Bruxelas em 21 de Abril de 2012, agora o nosso convite vai para as nações do mundo através dos seus embaixadores e dos seus líderes para um encontro em 6 de Setembro de 2012 no Centro da Fundação Keshe em Ninove, Bélgica (ou em qualquer outro lugar escolhido pelas nações). Como Vossas Excelências tiveram conhecimento, nós convidamos representantes de todos os países para a primeira apresentação da nossa tecnologia em 21 de Abril de 2012.
Os embaixadores de alguns países compareceram a esta reunião e outros decidiram ignorar o convite, devido a pressões de outras nações, e decidiram não comparecer ou desistiram no último momento.
Com este segundo convite nós convidamos de forma directa e inequívoca os líderes do vosso país a apontar indivíduos qualificados que possam tomar parte do próximo encontro na Fundação em 6 de Setembro em nome dos seus governos.
As razões para este convite e para o encontro são as seguintes:
1. Em 21 de Setembro de 2012 a Fundação Keshe irá libertar a primeira fase da sua tecnologia espacial e os sistema gravitacionais e magnéticos (Magravs) que desenvolveu, para todos os cientistas à volta do mundo em simultâneo, para produção e duplicação.
Daqui para o futuro, as fronteiras internacionais deixarão de ter significado.
Isto porque, logo que o primeiro sistema de voo tenha sido construído e colocado à disposição do público, o tempo de viagem de por exemplo de Teerão a Nova Iorque será no máximo de 10 minutos.
Os novos sistemas aéreos permitirão a cada indivíduo fazer a mesma viagem no mesmo tempo e quase sem qualquer custo para qualquer parte do planeta.
A embarcação não será detectável com a tecnologia de radar actual.
2. A crise energética será resolvida de uma só vez, e quando esta tecnologia for posta em prática, os poderes que controlam o fornecimento de energia e com isso as estruturas financeiras, ficarão de mãos vazias.
3. A escassez mundial de água será tratada e resolvida ao apresentar esta tecnologia ao público pouco depois da libertação da nossa tecnologia espacial e energética.
Como conseguimos isto?
Nos últimos 6 anos utilizámos o sistema internacional de patentes para termos a certeza que toda a nação e os maiores cientistas de todo o mundo tenham uma cópia das nossas patentes na sua posse.
(Verifiquem por favor o número de ‘downloads’ de servidores internacionais de patentes Europeias).
Desta forma evitamos o possível bloqueio desta tecnologia por qualquer indivíduo ou grupo e agora a maior parte das nações estão na posse das nossas patentes para geração de energia, sistemas médicos e viagem espacial.
Desta forma, os métodos utilizados no passado para evitar o desenvolvimento internacional foram contornados e agora todas as nações têm a mesma oportunidade para trabalhar em conjunto para verificarem se esta tecnologia está a ser desenvolvida em segurança.
O ponto principal é que a nossa tecnologia se destina para ser gratuitamente disponibilizada a todos os governos para o benefício de todos os seus cidadãos.
Através dos sistemas que desenvolvemos todas as nações podem ter acesso a toda a energia, água e alimentos que necessitem, assim como a novos métodos de cuidados de saúde e de transporte, todos a muito baixo custo.
De acordo com o seu regulamento, a Fundação Keshe e todas as suas tecnologias são da propriedade das pessoas de todo o mundo.
As patentes são os bens de cada indivíduo neste planeta e não poderão ser invocadas por pessoa, organização ou nação.
Isto significa que toda a renda gerada por esta tecnologia pertence à nação que a utiliza.
Divulgaremos a lista dos países convidados para o encontro de 6 de Setembro de 2012 e o endereço de email completo daqueles que receberam convites, cabendo a vocês como governo tornar conhecido quem da vossa nação irá comparecer a este encontro.
Quando este email chegar às vossas embaixadas, uma cópia ficará exposta no forum e website da Fundação para os vossos cidadãos tomarem conhecimento da oferta que vos está a ser feita.
Será a vossa parte informar os vossos cidadãos da vossa resposta, assim como à Fundação e nós juntaremos os nomes dos delegados assinalados e informaremos onde e como se encontram.
A seguir a este encontro, a apresentação em 21 de Setembro de 2012 será p primeiro passo do programa de ensino da Fundação Keshe para partilhar o seu conhecimento e colocá-lo nas mãos das pessoas por todo o mundo.
Assim que estas novas tecnologias e seus benefícios forem conhecidos pelo público em geral, os líderes de cada nação precisarão decidir como irão implementá-las para o benefício de todos.
Nessa altura haverá duas escolhas: ou trabalhamos juntos para melhorar a vida de todos na Terra através de padrões correctos de conduta, ou as nações avançadas do mundo verão num futuro próximo um dilúvio de imigrantes na ordem das dezenas de milhar a inundarem as grandes cidades.
Estamos preparados para apresentar a tecnologia aos vossos representantes em qualquer ambiente para que possam compreender as suas implicações e as mudanças que poderão produzir.
Daqui para o futuro, podemos assegurar que nenhuma criança ou adulto morrerá de sede ou de fome e que nenhuma nação será atacada por outra, porque as potencialidades militares da nova tecnologia são tão terrivelmente destrutivas que não teremos escolha em aceitar que lutar pelos recursos do planeta é coisa do passado.
Não tem nada de errado em proteger os recursos nacionais, mas agora, como líderes de pequenas regiões da Terra, é vossa responsabilidade verificar que os seus recursos estão disponíveis para serem compartilhados e que, com a ajuda da nossa tecnologia todas as necessidades básicas de energia, água, alimento e cuidados de saúde serão cumpridas.
A Fundação Keshe não leva em conta a cor, nacionalidade, religião ou filiação política, assim o nosso apelo dirige-se a todos os governos para escolherem uma equipa de cientistas para virem e verem as nossas tecnologias em primeira mão.
Poderão então decidir utilizá-las ou não.
Se ignorarem este convite, não demorará muito para que a vossa nação tenha que seguir a liderança de outras que decidiram desenvolvê-las.
Apelamos à vossa nação para iniciar o processo da cooperação mundial o mais depressa possível porque quando estes sistemas estiveram a funcionar, as fronteiras que separam os países não terão significado.
Definimos o cenário para uma mudança de rumo para a humanidade e nos próximos meses veremos isso a acontecer.
Num futuro próximo as pessoas virão a perceber que estamos aqui para servir e não para ser servidos, como todos os recursos estarão disponíveis a todos ao mesmo tempo e na mesma medida.
M T Keshe
Fundador e Director Interino da Stichting the Keshe Foundation
Tradução: OxV.
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Fundação Keshe: Divulgando Tecnologias Revolucionárias

Muitos já ouviram falar da Fundação Keshe através dos meios de comunicações virtuais. É uma fundação sem fins lucrativos que está tentando inserir novas tecnologias no mundo, que podem revolucionar, facilitar e mudar a forma como vivemos. Confira o vídeo de apresentação, e saiba o que você pode fazer para garantir que essas tecnologias sejam desenvolvidas também aqui no nosso país. (Caso não apareça a legenda apenas selecione a opção no menu abaixo).
Visto em Despertando Deuses

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Entrevista com Sr. Keshe - Fundação Keshe - Tecnologias Revolucionárias


Durante o ano de 2012 espalharam-se pela internet videos e artigos a respeito de um convite feito pela Fundação Keshe aos líderes gorvernamentais de todo o mundo para a divulgação de novas tecnologias revolúcionárias. 

A Fundação Keshe é uma instituição sem fins lucrativos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e revolucionárias. O convite feito pela F. Keshe comunicava um evento de encontro dos líderes mundiais no dia 21 de Abril e também em 6 de Setembro do mesmo ano para a abertura das tecnologias. O que se percebe é que a maioria da população mundial continua até o momento sem saber desses conhecimentos que podem mudar a sociedade. As tecnologias prometem grande progresso nas áreas espacial, saúde e alimentação humanas, desenvolvimento sustentável, nano materiais, trasportes, energia limpa entre outros.
Sr. Mehran Tavacoli Keshe
Anteriormente ao convite mundial, o Sr. Mehran Tavacoli Keshe, presidente fundador da instituição que leva seu nome, concedeu uma entrevista em 2011 com informações imensamente importantes sobre as tecnologias que desenvolve na instituição. 

Na entrevista, alguns assuntos recorrentes do Fator Quântico são abordados direta ou indiretamente pelo entrevistado. São eles: Alimentação não-física, dimensões paralelas, a continuidade das leis físicas nos universos paralelos, campos magnéticos do corpo, a existência da alma e seus vários níveis magnéticos.

Sr. Keshe é categórico ao afirmar: "Toda a ciência vai mudar a partir do que sabemos e do que nós aprendemos, num futuro próximo". Ele propõem que a sua instituição continue a se tornar popular no mundo ao transmitir livremente tais informações revolucionárias. Portanto, divulgue largamente este artigo para que possamos trazer grandes mudanças ao mundo o mais rápido possível.

O presidente da Fundação, ainda relata o episódio em que foi capturado por agentes da inteligência canadense, interrogado e teve todos os seus documentos da mala copiados. A intenção era deter os conhecimento desenvolvido por Keshe e, provavelmente, lançá-lo ao mundo anteriormente dentro do modelo capitalista (e escravista) de desenvolvimento global. Mas, o grande cientista tomou uma atitude muito sábia e despretenciosa após o ocorrido. Saiba o que ele fez e muito mais sobre a Fundação Keshe e suas tecnologias revolucionárias assistindo a esta inacreditável entrevista com o Sr. Keshe:



Esteja atento às atualizações da Fundação Keshe e todas as informações necessárias para o desenvolvimento em qualquer parte do mundo, por qualquer pessoa capaz, de suas tecnologias a partir do site da instituição:

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Fundação Keshe - Abertura Oficial de Tecnologias Revolucionárias


O engenheiro nuclear iraniano Mehran Tavacoli Keshe, presidente da Fundação Keshe, anunciou ao mundo que iria divulgar em 21 de Setembro de 2012 todas as tecnologias que vem desenvolvendo a cerca de 40 anos de pesquisa constante.

Na data prometida, Sr. Keshe fez uma palestra de quase duas horas expondo suas tecnologias e os resultados. Muitos desses se desdobram desde a saúde humana, com relatos de cura de câncer e acidente vascular cerebral, até tecnologia de gravitação a ser aplicada em transpostes terrestres e extraterrestres.

O Presidente da Fundação relata que foi ameaçado de morte em razão de estar divulgando inovações que vão acabar com a queima de combustíveis e com a miséria de populações. Evidentemente, não é do interesse do líderes por trás da cortina de que o cenário de desigualdade humana mude. 

O convite oficial foi feito a todos os governantes do mundo para que comparecessem no evento. Mas, Sr. Keshe alega que por pressão dos EUA muitas nações não enviaram representantes. Segundo ele, a coerção exercida pelos EUA é feita por que as Tecnologias Keshe vão nivelar o campo entre as nações do mundo. Com as tecnologias Keshe as nações mais desfavorecidas terão uma capacidade de defesa militar que tornará ineficaz o poder bélico americano, torna elas capazes de devolver os ataques ao remetente e ainda cessará a sua dependência em relação às potencias mundiais. Tudo isso faz essencialmente toda a tecnologia militar obsoleta.
Muitos países não cederam à pressão e estão frequentando a Fundação Keshe que está se tornando muito popular na Europa Oriental. Países africanos já estão começando a produzir as tecnologias, assim como a China.

Sr. Keshe diz saber que está correndo risco de vida, mas não tem medo disso. Seu objetivo é que a tecnologia seja transmitida e ensinada gratuitamente e de maneira fácil até mesmo a pessoas mais leigas. Alega também que atualmente no mundo cerca de 30 mil pessoas foram ensinadas e já estão habilitadas a reproduzir essas tecnologias revolucionárias.

As personalidades que controlam o mundo de forma sigilosa não querem que essas informações se tornem populares e que se estabeleçam na sociedade. Isso acarretará em mudanças drásticas do sistema econômico e social articulado por eles e que está presente na maior parte do mundo mantendo-os como os mais poderosos da Terra, literalmente. Mas, uma vez que a sociedade conheça essas novidades e possa vislumbrar um futuro mais justo e promissor para a humanidade, não haverá nada que os "donos do mundo" possam fazer. Portanto é de extrema importância que você leitor, leve essas informações adiante não só nas redes sociais como também na sua vida cotidiana transmitindo essas notícias ao maior número de pessoas possível, principalmente pessoas do meio científico, pesquisadores, professores, etc. A mudança social começa com atitudes.

Se você é uma pessoa com conhecimentos de física, engenharia e ciências afins, procure estudar as tecnologias Keshe e reproduzí-las dentro de suas possibilidades - os conhecimentos estão disponíveis no site da fundação e demais domínios da internet.

Talvez as barreiras para um mundo mais justo estejam agora mais fracas. Para que este lugar ideal para se viver aconteça, é preciso que você faça o melhor que puder tomando atitudes concretas de mudança.

Veja agora as descobertas surpreendentes da Fundação Keshe:
(selecione no menu a opção "traduzir legendas - Português")



FATOR QUÂNTICO
"Seja a mudança que você quer ver no mundo."
Dalai Lama
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Depoimento Matheus Igor - RTS - Poder Pessoal e Agressividade


Dhin, aqui é Matheus. Tudo bem? 
Comigo está tudo ótimo rsrs.

Estou aqui pra te agradecer novamente pelas minhas sessões de RTS. Lembra aquela empresa na qual eu fui três vezes? Então... eles me chamaram de uma hora pra outra, já vai fazer um mês que estou lá

Tá tudo dando certo, cara, pessoal gosta de mim e tô fazendo amizades. Ah... e os comandos de prosperidade que você fez pra mim não acabam por aqui. Estou me envolvendo em alguns negócios online no meu tempo livre, estou no começo, mas confiante. 

"Lembrei dos seus feedbacks e falei: "Caramba, é isso!"."
É tanta coisa pra te contar, lembra sobre meu poder pessoal contido? Então... comecei a enxergar um pouco mais disso esse tempo atrás. No dia em que fui fazer o exame admissional, por exemplo, tinha um garoto que começou a puxar assunto comigo, me perguntando sobre minha formação, as empresas que eu havia passado e tal. Dhin... me caiu uma ficha que até me assustei, no meio da conversa, já em outro assunto me lembrei que não falei quase nada de mim. Não havia falado nem metade de tudo que havia feito e passado. Lembrei dos seus feedbacks e falei: "Caramba, é isso!" Simplesmente fiz aquilo, não me empoderei, não dei o valor que eu tenho. Eu conquistei certa parte do meu poder pessoal e sei que mal estou perto da metade. Parei de colocar obstáculos no que quero agora, simplesmente é possível. 

Estou praticando no saco de pancadas pra destravar a agressividade como você recomendou, realmente ajuda bastante. Tô sentindo mais segurança pra falar. Quanto à minha sexualidade, estou cuidando também, firme. Me sentindo mais focado nisso tudo, no momento. Eu tenho tido algumas conversas comigo mesmo, procurando ser mais comprometido. Estou indo em frente na minha estadia aqui, consigo enxergar mais meus avanços agora. Faltava realmente agressividade.

Existe a possibilidade de Matheus Igor ter alma
draconiana segundo indícios
que surgiram no seu processo de RTS
Esses dias tive um sonho muito lindo onde estava olhando para um céu meio acinzentado, como um final de dia. As estrelas estavam enormes, brilhavam muito e em outra parte do céu havia um buraco rsrsrs como um corte feito no céu e dava pra ver o espaço por ali, muito escuro com estrelas e um planeta que parecia Júpiter. Tenho tido contatos nos meus sonhos, aliás, voltei a tê-los, sonhando com cobras e lugares que lembram Jurassic Park. As qualidades de energia e psiquismo que você disse que eu tenho condizem muito com as características Draconianas pelo que sei até agora. Dhin... muito grato mais uma vez. Eu precisava da RTS, você me deu direção pra seguir, pra que eu recupere minha divindade

Abraços.


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Comentário do terapeuta:

Por Dhin Akari

A agressividade é uma energia fundamental, absolutamente necessária para que a pessoa consiga expor e impor a sua existência e vontade sobre as circunstâncias. Isso não se refere a tratar outras pessoas com hostilidade ou de uma forma de comportamento violenta. É de como você reage às circunstâncias e o quanto está consciente para usar o seu poder pessoal com força a fim de atingir seus objetivos de vida.

Matheus tinha a agressividade reprimida, o que tornava-o muito submisso, lento, passivo diante dos acontecimentos, dificuldades e pessoas. Com a sua agressividade desperta ele é vivo, astuto, motivado e pode buscar com a determinação de um caçador aquilo que deseja para si.

Na nossa cultura ocidental e, portanto, judaico-cristã, a agressividade e outros tantos sentimentos e impulsos (raiva, luta, ambição, desejo) naturais e necessários para uma vida saudável e passível de progressos, são taxados de ruins, pecaminosos. Então está disseminado na sociedade que não se deve senti-los (repressão). No entanto, o que se vê é uma legião de pessoas docilizadas, apáticas, incapazes de assumirem o que sentem e de desenvolverem sua inteligência emocional. Incapazes de usar todas as expressões da sua energia pessoal de forma consciente, dirigida, racional. Várias doenças emocionais da nossa época são justamente oriundas da repressão de impulsos tão fortes e poderosos como os já citados.

A repressão imposta socialmente às emoções é desencadeante das doenças que ofuscam o brilho pessoal e adoecem a alma.

Esse é só mais um dos vários danos que a fundamentação cristã traz para a nossa formação como pessoas. A revolução é necessária e pode ser microscópica - feita por cada pessoa em sua própria vida - mas para isso é preciso usar todo o seu potencial humano administrando a completude das suas emoções e impulsos e controlando-os racionalmente.

A RTS pode proporcionar isso. 

Pense no que você quer mudar em si, onde quer chegar e decida-se a MUDAR.


Para entender como passar pela RTS, clique aqui.








FATOR QUÂNTICO
Ajudando pessoas comuns a redescobrirem seu potencial DIVINO.
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5 razões para acreditar que Jesus Cristo nunca existiu

ESCRITO PORLUCAS CORRALem VIX


Estudar as fontes de textos religiosos é uma das atividades mais fascinantes no campo do conhecimento científico. Nesta matéria, vamos mergulhar em das histórias mais importantes do ocidente: a de Jesus de Nazaré.
A filosofia nos ensinou a questionar tudo e quando se tratam de narrativas religiosas, a sedução é ainda maior. É possível que o mito de Jesus Cristo seja baseado em falácias? É possível que Jesus Cristo nem sequer tenha existido?
Há sinais de que ele pode não ter existido. Veja cinco questionamentos:
5 - Não existe menção a Jesus nos textos pagãos
Talvez a mais óbvia das razões, minimizada durante séculos pelos cristãos, mas importante o suficiente para ser levada em conta. Esse argumento afirma que não há provas da vida de Jesus em textos escritos na época. Isso significa que nenhum documento da época de fonte não-cristã menciona Jesus de Nazaré, nem são feitas alusões a sua figura ou boatos sobre sua existência. Vale ressaltar que, apesar dos milênios que nos separam desse tempo, temos acesso a grande documentação histórica da época, feita por funcionários do governo, historiadores e poetas.
4 - Jesus segundo a modernidade
Muitos historiadores cristãos abandonaram a ideia de um Jesus “mágico” e se concentraram em buscar um sentido simbólico baseado em um personagem histórico. Assim, Jesus deixou de ser o messias fariseu, fílosofo e atá xamâ da época.
Porém não só não existe nenhuma evidência de que Jesus tenha desempenhado alguns desses papéis, como também os historiadores acabam por se contradizer, deixando uma nuvem de incertezas acerca do tema.
3. Não se fala sobre a vida de Jesus nas Epístolas Paulinas
As Epístolas Paulinas foram uma série de cartas cuja autoria é atribuída a São Paulo (Saulo de Tarso) que constroem o início do cânone cristão. O objetivo dessas cartas era instruir os cristãos sobre como se comportar de forma a disseminar sua doutrina.
O mais interessante é que, escritas por volta do século I, não há nenhuma menção a Jesus como figura histórica nessas carta. É citado, mas sem detalhes ou explicações de seus feitos. Isso não produz qualquer prova da existência física de Jesus.
2. Até mesmo os Evangelhos são contraditórios
Os quatro Evangelhos responsáveis por narrar a vida e obra de Jesus de Nazaré tem graves contradições entre si.

Dependendo do Evangelho que lemos, obtemos dados diferentes. Se Evangelho de João diz que "uma mulher" visitou o túmulo de Cristo no domingo, o Evangelho de Mateus diz que eram duas mulheres, enquanto o Evangelho de Marcos relata que eram três. Por sua vez, os Evangelhos de Mateus e João contam que ainda era noite, já o de Marcos diz que o sol tinha acabado de nascer.
Mas as contradições pioram quando chegamos à ressurreição. Para Mateus, Jesus apareceu em algum lugar entre a sepultura e Jerusalém; para João, foi apenas fora de seu túmulo; para Marcos, ele apareceu na Galiléia, 130 km de Jerusalém e para Lucas, Jesus estava a caminho de Emaús, a 11km da cidade.
1 - Jesus se encaixa perfeitamente ao conceito de mitema Levi Strauss
Para o antropólogo Claude Levi Strauss, um mito consiste em pequenas frações de relatos que são irredutíveis e imutáveis e que juntos orquestram uma história maior que se vê repetida em diversas cultura.
Não podemos deixar de notar que a história de Jesus, tal como a conhecemos, se corresponde com os mesmos mitemas (porções irredutíveis do mito) que outros relatos religiosos utilizam, tais como morte e a ressurreição, assim como vários personagens que praticamente de repetem.

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Jesus nunca existiu, vocês sabiam?

Do site Publico.pt

O mediático e prolífico filósofo francês Michel Onfray publicou um livro imenso que descreve a história da civilização judaico-cristã, desde o seu nascimento até à sua iminente 
Décadence.
Michael Onfray
Autor de  Décadence


Não sabiam? Jesus Cristo nunca existiu. E nunca ninguém nos disse isso. Ou melhor: muitos historiadores, arqueólogos e investigadores até o fizeram, mas os seus trabalhos nunca conseguiram impor-se. O último que decidiu abordar de forma brilhante este tema tabu é Michel Onfray, em Décadence (Flammarion). Um livro ambicioso, com 600 páginas, mas que se devora de um fôlego. “O judaico-cristianismo triunfa não porque é verdade, mas porque é poder armado, coacção policiária, astúcia política, intimidação marcial. (.) A civilização judaico-cristã constrói-se sobre uma ficção: a de um Jesus que não terá jamais tido outra existência senão alegórica, metafórica, simbólica, mitológica. Não existe desta personagem qualquer prova tangível no seu tempo: com efeito, não se conhece qualquer retrato físico dele, nem na História da Arte que lhe seria contemporânea, nem nos textos dos Evangelhos, onde não se encontra qualquer descrição da personagem. (.) Esta ausência de corpo físico real parece prejudicar um exercício racional conduzido de forma correcta. No entanto, é com base neste puro delírio que se vai construir o pensamento ocidental judaico-cristão.”
Michel Onfray, apoiando-se em numerosas referências e em textos incontestáveis, lança-se à desconstrução da “fábula” de Jesus Cristo, sobre a qual repousa a nossa civilização. Mas também expõe de maneira incisiva as incoerências, as contradições, os absurdos, as mentiras, as violências, os crimes e as loucuras que balizaram a construção da civilização ocidental. Dessa acumulação de acontecimentos, retira as pistas que explicam o sucesso inicial da conquista judaico-cristã do mundo, e depois as etapas do seu enfraquecimento.

Em primeiro lugar, a concepção contranatura do corpo humano que a religião cristã impõe: “O corpo de Jesus criança obedece às mesmas leis que o corpo de Jesus adulto: ele não come, não bebe, não ri, não dorme, não sonha, não sofre; não tem qualquer desejo, não se lhe conhece qualquer paixão; não é afectuoso, não é amável com o seu pai, até lhe desobedece; não tem qualquer relação com as raparigas, e a única mulher da sua comitiva é a sua mãe.” E a propósito de Paulo de Tarso (São Paulo), o primeiro verdadeiro obreiro da conquista cristã, que vai projectar as suas próprias deficiências físicas na doutrina cristã: “(.) o ódio dos corpos e da carne, o desprezo das mulheres e da sexualidade, o convite à castidade ou à abstinência, a noção de uma virgem que dá à luz ou a imitação do cadáver do Corpo de Cristo, eis alguns dos padrões do corpo judaico-cristão, infligidos aos ocidentais durante mais de mil anos e que procedem em linha directa do corpo débil e doente de Paulo de Tarso. (.) o seu propósito ensinou a milhões de homens e de mulheres o prazer no sofrimento.”

Em seguida, Onfray estuda longamente o papel primordial da violência física no processo de conquista, e desenha uma comparação cruel entre as palavras de paz e de amor de Cristo e o seu desvirtuamento por parte daqueles que se apresentam como os homens de Deus. Como Constantino, o primeiro imperador romano a abraçar a religião cristã: “Este homem que não hesita em matar e mandar matar, em dizimar a sua família e a sua comitiva, que elimina a sua própria esposa e o seu filho com o pretexto de que eles teriam mantido uma relação obscura, não é nem um intelectual ou um filósofo, nem um poeta ou um pensador; é um senhor da guerra cínico e brutal, uma máquina de matar e destruir tudo o que se coloque no seu caminho. É ele que vai impor o cristianismo ao Império e fazer dessa pequena seita, escolhida pelas suas características para assegurar o seu poder de monarca único sobre o Império, uma religião planetária.”

"Não acredito na morte do sentimento religioso. Creio na morte de uma forma refém desse sentimento, a religião" - Michael Onfray

Michel Onfray oferece numerosos exemplos desses massacres perpetrados em nome de Deus, ao longo da História. Por exemplo, aquando da conquista da América pelos colonos espanhóis no século XV: “(o padre e historiador) Las Casas descreve os índios como simples e doces, bons e generosos, pacíficos e obedientes. (.) Os cristãos espanhóis comportam-se com eles como se fossem lobos, tigres e leões em face de gazelas: ‘(.) tudo o que fazem é desfazê-los em pedaços, matá-los, inquietá-los, afligi-los, atormentá-los, e destruí-los através de crueldades estranhas, novas, variadas, jamais vistas, jamais lidas, jamais ouvidas.’ Dos três milhões que compunham aquela comunidade, não haverá agora mais do que 200, escreve o dominicano. (.) Por que razões terão os cristãos exterminado este povo que nunca os tinha ofendido, criticado ou atacado? Pelo ouro, pela prata e pelas riquezas, pelo poder, as honras e a ambição, pelos títulos e pelo domínio.”

Quando acontece em Lisboa, em 1755, o dramático terramoto que arrasa a cidade, a Igreja vê nisso um sinal da cólera de Deus e aí encontra uma oportunidade de sobrecarregar o povo martirizado, desprezando as provas científicas. “Em Lisboa, Deus contrai a doença que em breve lhe vai lançar”, escreve Onfray.

Para compreender a perda de influência da religião cristã, o autor desenvolve ao longo da obra várias teses: a primeira, como já vimos, é a negação da realidade (humana, científica) a favor da efabulação. A segunda tese que explica o enfraquecimento da nossa civilização é que o ressentimento e a maldade se apoderam dos homens, para assim se vingarem das suas tristes existências, favorecendo os regimes violentos: a Revolução Francesa de 1789, depois os mar-xismos-leninismos, depois os fascismos.

A Igreja compromete-se com todos os regimes fascistas, e é isso que levará à sua perdição, acabando por se descredibilizar: “O fascismo protegeu efectivamente o cristianismo contra a ameaça bolchevique. O cristianismo oficial tornou-se assim o companheiro de estrada de todos os fascismos — o primeiro, de Mussolini, mas também os que se seguiram, como o de Franco em Espanha, o de Hitler na Alemanha, o de Pétain em França, e mais tarde o dos coronéis na Grécia, ou os das ditaduras da América do Sul nos anos 70 (.). As tropas soviéticas libertaram Berlim. Hitler suicidou-se no seu bunker a 30 de Abril de 1945. O que faz o Vaticano? Continua a apoiar o regime derrubado. A Igreja nunca teve uma palavra de condenação das atrocidades nacionais-socialistas após a morte do Fuhrer. Mais: tendo-se mostrado incapaz de ajudar um único judeu a escapar à morte programada pelos nazis, ela organiza uma rede que, através dos mosteiros e de passaportes do Vaticano (.), permite aos dignitários nazis abandonar a Europa e assim escapar aos tribunais.”

O ciclo da religião cristã não é o único objecto de estudo deste livro. O autor consagra numerosas páginas ao nascimento e à ascensão do Islão. Demonstra, como sempre através de sólidas referências históricas e da análise de textos religiosos, que as três religiões do Livro, os três monoteísmos, utilizam métodos de conquista e de dominação semelhantes. E, de uma forma geral, com as mesmas consequências sobre as sociedades humanas.

Michel Onfray passa em seguida em revista a época contemporânea, com as revoluções culturais dos anos 70 e o aumento de influência das correntes filosóficas que, na sua opinião, ignoraram e inverteram o antigo sistema de valores; a hegemonia dos meios de comunicação modernos e dos novos tempos mediáticos, curtos, demasiado curtos, fúteis, imbecilizantes; a mutação do mundo artístico, que já não fala de Deus e se vira para uma produção contemporânea desconcertante; a evolução dos costumes e o lugar concedido às minorias. Aqui o discurso torna-se bastante contestável, mas no sistema de pensamento de Michel Onfray, e é ele que o garante, não há lugar a qualquer julgamento de valor, simplesmente à observação dos factos, nada mais do que os factos. Seja. Deixamos ao leitor a tarefa de definir a sua própria ideia. Qualquer que ela seja — e é esta a tese principal de Décadence —, toda a civilização apenas se constrói sobre uma religião. “Uma civilização não produz uma religião, é a religião que produz a civilização.” E quanto mais a religião definha, mais o fim se aproxima. Não digam que não foram avisados.


FATOR QUÂNTICO
Jesus nunca existiu e é por isso que se pode cometer tantas atrocidades em seu nome. Se Jesus existisse em qualquer instância do mundo físico ou espiritual, se fosse bondoso como o pintam, ele impediria a crueldade daqueles que escravizam, exploram e matam usando a "sua palavra". 
Dhin Akari
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Alienados Espiritualistas - Mistura de Teorias, Falácias e Comportamentos dos "Espiritualizados, Despertos, Conscientes" (Bobos)


Espiritualidade de shopping

Texto de Felipe Moreno

Fuma maconha, sabe tudo de astrologia, se torna vegetariano, lê dois livros do Sri Prem Baba, vai a Machu Picchu, participa de um ritual de Ayahuasca num final de semana e tem certeza de que é “super energizado”


Cada vez mais tenho conhecido pessoas que se dizem espiritualizadas. Não são adeptas a nenhuma religião, seu conceito de Deus é bem abstrato — isso quando não se julgam ateias — e sua espiritualidade, grosso modo, é adquirida e exercida através de hábitos e comportamentos estritamente ligados ao consumo e à adesão a algum grupo.
A maioria se considera muito mais do que realmente é, se colocando numa posição acima que os demais, meros mortais, e carregam muito mais certezas do que dúvidas. Pegam um pouco dos conceitos básicos das principais religiões orientais aqui, sintetizam os ensinamentos de alguns profetas e gurus ali, compilam algumas mensagens de filosofia prática e de autoajuda acolá, e, nessa miscelânea de ideias, formam sua própria espiritualidade; por fim, concluem: tudo é energia.
Seria esse fenômeno a ressaca eminente das filosofias dos movimentos da contracultura de cinquenta anos atrás que ainda sentimos bater nas costas? Não sei dizer. E também não quero pagar de chato da semântica e da etimologia que vai propor dissecar o significado real da palavra espiritualidade para depois tecer críticas sobre nossa atual concepção.
Quero ser simples e pontual: neste louco início de século, arrisco dizer que o significado de espiritualidade nunca foi tão deturpado em relação a qualquer outra época. Não apenas deturpado, mas da mesma forma que fizemos com qualquer valor moral de outrora, com a espiritualidade não foi diferente: seu sentido foi esgarçado, pulverizado, relativizado e, principalmente, mercantilizado. Sobre tais mudanças, falo já. Antes, me deixa continuar com mais algumas críticas e insultos aos espiritualizados pós-modernos.
Vamos imaginar um caso. Uma pessoa que se diz espiritualizada e uma outra que se vê como problemática, desorientada, perturbada ou que então não se diz nada. Se fosse para escolher uma delas como amiga, provavelmente eu preferiria o segundo exemplo. Pois, repito: se alguns se dizem despertos, super conscientizados e se sentem elevados e energizados, prefiro considera-los, quase em todo caso, como presunçosos, vaidosos, imodestos. Vou ainda mais além: os problemáticos, os desorientados, os perturbados, estão mais próximos de Deus dos que aqueles que têm a certeza de serem “seres evoluídos”. Provável que evoluído seja só o tamanho do orgulho e da presunção do cidadão. Transcendência, no caso dessa galera, é a transcendência da pretensão. Pois o evoluído (pela primeira e única vez sem aspas neste texto), para mim, muito antes de se considerar santo, se vê, mais que tudo, como humano, demasiadamente falho e igual a todo o resto.

Revivendo o meme: espiritualidade nutella x espiritualidade raiz


Pelo pouco que sei da história dos profetas, dos santos e das religiões, a coisa nunca fugiu muito do padrão: atingir a espiritualidade demandava um processo contínuo e árduo, sempre passando por uma longa e difícil jornada de autoconhecimento da qual, muitas vezes, só era possível através do isolamento e da renúncia ao mundo.
A penitência dos monges que se isolavam no deserto durante anos, décadas, às vezes toda a vida, para enfrentar seus próprios demônios e ir em busca da purificação e da realização dos desígnios sagrados. Ascetas que praticavam mortificações e seguiam dietas rigorosas à base de água e algumas folhas por dia. Faquires que viviam na mendicância e se autoflagelavam, em alguns casos ateando fogo no próprio corpo, com o propósito de atingir a perfeição espiritual e provar o triunfo da alma. Iogues obstinados que, por meio de rigorosa disciplina, transformaram a própria estrutura física depois de forçar posições sobre-humanas para dar continuidade à busca do alcance de um despertar maior da consciência.
E, agora que descrevi alguns ‘espiritualistas raiz’, vamos, a título de comparação, caricaturar os ‘espiritualizados nutella’ da nossa geração.
1. A madame de floral que só come orgânicos, tem seis gatos, mora na Vila Madalena, vai trabalhar de bicicleta, sua bíblia é um manual de medicina ayurveda, mas que não dá bom dia para o porteiro e, se percebe que está atrasada para a aula de ioga, faz chilique no restaurante e destrata o garçom se o prato vegano que pediu está demorando para chegar.
2. As paquitas namastê e os zé droguinhas gratidão que se entopem de tudo, misturam tudo — ácido, ecstasy, MDma, vodca, haxixe — no festival de música eletrônica e, depois, mesmo sem se lembrar de nada, juram ter passado por uma “experiência mística”. Avaliam a humanidade e a personalidade de cada um levando em conta apenas um único critério, um critério absoluto: a astrologia.
3. O empreendedor — esse que é o novo santo contemporâneo — que leu o Monge e o Executivo e, como os antigos judeus ou os atuais evangélicos, acredita que bem-aventurança e glória divina provém de recompensas materiais, como conseguir subir de cargo no trabalho e consequentemente melhorar o salário, reformar o apartamento, comprar o carro do ano, financiar uma casa na praia etc. Mistura Espiritismo, cases de sucesso de empresários norte-americanos, física quântica e lei da atração e faz da sua espiritualidade um manual otimista e bem-sucedido.
Não me interprete mal; isso foi apenas uma abstração a título de comparação. Claro que não acredito que a ‘espiritualidade raiz’ dos monges e ascetas seja o único caminho real. Pelo contrário; não querendo descontextualizar a época nem ofender os gurus e santos de muitos, mas essas figuras místicas e loucas também tinham seu quê de pretensão exacerbada. E seus exemplos de renúncia ao mundo sempre me incomodou.
Minha intenção, aqui, é alertar sobre a discrepância da diferença de quem acreditou se espiritualizar milhares ou centenas de anos atrás e quem acredita se espiritualizar hoje em dia. Alertar, mais que tudo, que o caminho da espiritualidade, seja ele qual for, é a escolha mais árdua e corajosa que alguém pode tomar para si; que ela não é alcançada simplesmente pelo fato de fumar maconha, saber tudo sobre astrologia, se tornar vegetariano, ler dois livros do Sri Prem Baba, ir a Machu Picchu, participar de um ritual de Ayahuasca num final de semana com uma galera New Age cujo slogan é “o expandir da consciência” e, depois de tudo isso, ter a certeza de que se tornou “super energizado”.

Espiritualidade como marca — ou, para parecer engajado, espiritualidade como branded


A lógica de mercado atingiu até mesmo os temas, as práticas e os costumes mais caros à humanidade. Expandiu os setores e modelou personas ideais para tipos de consumo específicos.
O setor da espiritualidade é o expoente maior do esforço que o marketing e a publicidade fazem para não mais vender somente produtos aos seus consumidores, mas vender experiências. Fazem acreditar que, para se atingir a plenitude da consciência é necessário gastar dinheiro e pertencer a determinado nicho.
A lógica é: consumo gera felicidade; consumo de produtos e experiências ligadas à espiritualidade necessariamente te torna espiritualizado e feliz. Simples assim. Otimizado como nunca antes. Por fim, como se fosse possível comprar um kit espiritualidade/felicidade no shopping mais próximo de casa.
Esgarçamos, pulverizamos e relativizamos porque mercantilizamos o sentido da espiritualidade.

A dor da jornada espiritual é a dor do retiro



Nada contra às pessoas que se identificam com os perfis que citei há pouco — paquita namastê, zé droguinha gratidão, empreendedor. Homem do tempo em que vivo, vítima e ao mesmo tempo algoz de nossa época, também sou eu um dos exemplos. Portanto, não interprete uma possível arrogância (ou interprete); mas saiba: este texto também é uma autocrítica.
Me incomodo, sim, com a confusão de significados e identificações deturpadas. Me incomodo, principalmente, com a soberba e a ilusão.
Sobre associar o uso de drogas com jornada espiritual, gostaria de fazer um parêntese.
Digo por experiência: uma solidão profunda, rica em reflexões e avaliações sobre si mesmo e o mundo, solidão que vem acompanhada de uma contemplação sóbria da vida, é capaz de expandir a consciência muito mais que qualquer LSD. Drogas são apenas drogas. Podem ser divertidas, prazerosas, mas raramente irão te presentear com autoconhecimento, sabedoria, despertar de consciência, que seja, se, intrínseca e naturalmente, você não pressupor em si uma busca por conhecimento. Ou seja, se no seu estado normal você não toma o mundo com fascínio e curiosidade, não vai ser uma trip psicodélica que, como mágica, te concederá sabedoria e plenitude.
Igualmente difícil é crer que um “ser de luz” é aquele que não come carne, acende incenso toda manhã, faz ioga e compra um monte de quinquilharia importada do oriente.
Se as práticas não vêm acompanhadas de um sentido profundo, as práticas são somente máscaras.
Afinal, o que já deveria ser dito: no geral, todos esses exemplos carregam consigo uma falha, um desfalque em comum: para atingirem a própria iluminação, não querem pagar o preço principal que esse ofício demanda — o preço da dor. Pois, amigo, independente se você é um asceta, um New Age ou um Hare Krishna, a jornada espiritual, para qualquer época, sempre demandou e sempre vai demandar um profundo e necessário estado de dor. E dor, neste caso, é a dor do retiro, a dor da solidão, do isolamento em si mesmo.
Claro que não estou falando de um retiro, durante um feriado, num spa ou numa casa de repouso com workshop sobre espiritualidade incluso no pacote. Digo da necessidade de passar pelo crivo solitário que é o processo da descoberta de si — e isso, por si só, gera dor, pois significa rumar um caminho completamente desconhecido, negando toda e qualquer moral, abandonando todo princípio alheio e obedecendo, única e somente, à voz da própria alma. Se encontrar no mundo, criar um sentido original da vida e do próprio ser, necessariamente gera sofrimento, empenho, incomodo e crises durante a jornada. Enfrentar os próprios demônios, entender e aceitar as próprias contradições, alargar a alma para caber mais vida, dissolver o ego, assimilar a própria pequenez diante do universo — estes são alguns dos princípios básicos que eu considero como caminho para aquilo que podemos chamar de espiritualidade. Talvez, algo muito mais palpável e real do que acreditavam alguns monges; mas, com certeza, muitíssimo mais difícil e menos supérfluo do que entendem os espiritualizados de shopping — estes que, extraordinariamente, conseguem associar espiritualidade com alteração artificial de consciência e/ou exercícios e práticas específicas que os levam ao consumo de coisas e experiências.

O senhor

Conheci um senhor, com seus lá sessenta anos. Disse ter atravessado, na meia-idade, uma crise existencial que lhe custou oito anos de vida. Durante o longo período, viveu isolado numa pequena cidade do interior. Homem de grande espanto pelo mundo, foi buscar conhecimento esmiuçando obsessivamente a Bíblia, o Corão e os sagrados livros indianos. Leu, de cabo a rabo, toda a obra de Dostoiévski, Tolstoi e Nietzsche. Passou por experiências trágicas e se embrenhou na vida das pessoas pobres e simples.
Enfim, depois de quase uma década, quando sua consciência o alertou de que a longa jornada sabática tinha sido cumprida, só havia adquirido uma grande certeza — mesmo depois de ter ambicionado toda imersão para dentro de si e para dentro e fora do mundo (da matéria à metafísica), ele não necessariamente era mais sábio que sua avó, que nunca tinha saído da cidade onde nasceu e que morreu analfabeta. Disse, ainda, que o valor que levava consigo não era diferente, muito menos melhor, do que de qualquer outro ser.
Esse senhor levou oito anos para aprender o valor da humildade. Me garantiu que, desde então, esse era seu único tesouro. Sempre me repetia: “humildade, meu jovem, humildade! Humildade é o primeiro e último sinal de alguém evoluído. Sem ela, não se perde apenas a espiritualidade — se perde tudo.”
COMO SE TORNAR ULTRAESPIRITUAL:



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