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Evidências interculturais para as bases genéticas da homossexualidade

Por Debra Soh 
Publicado na Scientific American 
Republicado de Universo Racionalista
As razões por trás do porquê as pessoas são homo, hétero ou bissexuais têm sido por muito tempo motivo de fascinação pública. De fato, pesquisas no tópico de orientação sexual oferece uma poderosa janela para compreender a sexualidade humana. A Archives of Sexual Behavior publicou em Abril uma seção especial devotado à pesquisa na área, intitulada “O Quebra-Cabeças da Orientação Sexual”. Um estudo, conduzido por cientistas na University of Lethbridge in Alberta, oferece evidências convincentes interculturais de que há fatores genéticos comuns que governam preferências sexuais de homens homossexuais por parceiros do mesmo sexo.
Entre os indígenas Zapotec no sul do México, indivíduos que são biologicamente homens e sexualmente atraídos por homens são conhecidos como muxes. Eles são reconhecidos como um terceiro gênero: Muxe nguiiu tendem a ser masculinos em sua aparência e comportamento; muxe gunaa são femininos. Em culturas ocidentais, seriam considerados homens gays e mulheres transsexuais, respectivamente.Diversos correlatos de androfilia masculino – atração sexual de homens biológicos por outros homens – já foi observada em diversas culturas, o que é um indício de uma fundação biológica comum entre elas. Por exemplo, o efeito de ordem de nascimento fraternal – o fenômeno onde androfilia masculina pode ser predita pela existência de um grande número de irmãos mais velhos – é evidente tanto em sociedades ocidentais quanto das Ilhas Samoa.
Interessantemente, na sociedade ocidental, homens homossexuais, comparados com homens heterossexuais, tendem a apresentar maiores níveis de ansiedade de separação – o estresse advindo da separação de grandes figuras de afeição, como um cuidador ou membro próximo da família. Pesquisas em Samoa apresentaram de forma similar que um terceiro gênero fa’afafine – indivíduos que são femininos na aparência, biologicamente masculinos, e atraídos por homens – também se lembram de maior ansiedade de separação quando comparados com homens samoano heterossexuais. Assim, se um padrão similar relacionado à ansiedade de separação fosse encontrado em uma terceira cultura – no caso, no estado de Oxaca no México – adicionaria às evidências que a androfilia masculina sofre influência biológica.
O estudo recente incluiu 141 mulheres heterossexuais, 135 homens heterossexuais, e 178 muxes (61 muxe nguiiu e 117 muxe gunaa). Participantes do estudo foram entrevistados usando um questionário que perguntava sobre ansiedade de separação – mais especificamente, o estresse e preocupação que eles apresentaram quando crianças com relação à serem separados de figuras parentais. Os participantes avaliaram o quão verdadeiras as perguntas eram para idades de 6 a 12 anos de idade.
Os Muxes apresentaram altas taxas de separação de ansiedade quando comparados à homens heterossexuais, de forma similar ao que foi observado em homens homossexuais no Canadá e nas Ilhas Samoa. Também não houve diferenças nos valores de ansiedade de separação entre mulheres e muxe nguiiu ou muxe gunaa, ou entre os dois tipos de muxe.
Quando consideramos possíveis explicações para esses resultados, mecanismos sociais são improváveis porque estudos prévios mostraram que a ansiedade é herdável e a parentalidade costuma ser em resposta aos comportamentos e características da criança, e não o contrário. Mecanismos biológicos, porém, oferecem uma explicação mais convincente. Por exemplo, acredita-se que a exposição à níveis hormonais tipicamente femininos de hormônios sexuais esteroides durante o período pré-natal possa “feminilizar” regiões do cérebro masculino relacionadas à orientação sexual, influenciando portanto questões de afeto e ansiedade.
Além dessas observações, estudos em genética molecular mostraram que a Xq28, a região localizada na ponta do cromossomo X, está envolvida tanto na expressão da ansiedade e da androfilia masculina. Esse trabalho sugere que fatores genéticos comuns podem regular a expressão de ambos. Estudos em gêmeos apontam adicionalmente para explicações genéticas como uma força fundamental para a preferência por parceiros do mesmo sexo em homens e neuroticismo, uma característica comparável à ansiedade.
A pesquisa em ansiedade de separação na infância age como um correlato culturalmente universal para a androfilia em homens. Isso possui aplicações importantes para a compreensão de condições mentais em crianças porque níveis subclínicos de ansiedade de separação, quando relacionados à androfilia masculina, podem representar uma parte típica do desenvolvimento da vida.
Nesse cenário, estudos de orientação sexual vão continuar a despertar interesse e controvérsia pelo futuro próximo pois tem o potencial de ser utilizado – para o bem ou para o mal – para sustentar determinadas agendas políticas. A aceitação moral da homossexualidade tem tradicionalmente se sustentado na ideia que a atração por parceiros do mesmo sexo é inata e imutável e portanto não uma escolha. Isso é claro quando pensamos como crenças sobre a homossexualidade ser “aprendida” já foram usadas para justificar tentativas hoje descreditadas de tentar mudar esse comportamento.
As similaridades interculturais evidenciadas pelo estudo da Lethbridge oferecem ainda mais evidências de que ser gay é genético, o que é, por si só, um achado interessante. Mas nós como sociedade precisamos desafiar a noção de que a homossexualidade precisa ser não-volitiva para ser socialmente aceitável. A etiologia da homossexualidade, biológica ou não, não deveria interferir no direito individual dos homossexuais por igualdade.
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Saúde & Comportamento Humano
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Dez imoralidades bíblicas não questionadas por cristãos


por André Bernardo
para Mundo Estranho

Visto em Paulopes




1 - Triângulo amoroso

O patriarca Abraão, sua mulher, Sara, e a escrava Agar viveram um triângulo amoroso complicado. Sara era estéril e, ao passar dos 70 anos, sugeriu ao marido que tomasse uma nova esposa. Agar foi a escolhida e deu à luz Ismael, mas Sara se arrependeu. Engravidou 14 anos depois, teve Isaac e, enciumada, exigiu a expulsão da rival e do filho dela. Supostamente, a briga rende até hoje: Ismael teria dado origem ao povo árabe, e Isaac, ao povo judeu. [Gênesis, capítulo 21, versículos 1-14]

2 - Dança sensual em troca de uma cabeça

A história de João Batista, primo de Jesus, vale como alerta: cuidado onde você mete seu bedelho. João reprovava o caso entre Herodes Antipas, rei da Galileia, e a cunhada dele, Herodias. No aniversário do monarca, sua enteada Salomé o presenteou com uma dança sensual. Em troca, Herodes prometeu a ela o que quisesse. Ela não hesitou: exigiu a cabeça de João numa bandeja. [Mateus, capítulo 14, versículos 1-11]


3 - Satanás faz aposta com Deus

Às vezes, para ensinar uma lição, Deus pode propor testes de fé bem árduos. Foi o que rolou com Jó, um homem justo e íntegro. Satanás apostou com Deus que, se Jó perdesse suas riquezas, voltaria-se contra o Criador. Deus topou. Autorizou que seu adversário lançasse várias pragas contra Jó: ele perdeu os filhos, teve os bens roubados e ficou coberto de úlceras. Mas nunca blasfemou contra os céus. Sensibilizado, Deus restituiu, em dobro, tudo o que possuía. [Jó, capítulo 1, 2 e 42]


4 - Genocídio com benção divina

Guerras com motivações religiosas tem sido frequentes desde a época da Bíblia. A mais sangrenta dessas guerras, a do bisneto do rei Salomão, Asa, contra o monarca etíope Zara, matou mais de 1 milhão de pessoas. E com a bênção divina: “É em teu nome que marchamos contra essa multidão”, clamou Asa antes de atacar com apenas metade de seu exército. [Segundo Livro das Crônicas, capítulo 14, versículos 8-14]


5 - Deus mata masturbador

Nos tempos bíblicos, era comum a prática do levirato: quando um homem morria sem herdeiros, seu irmão casava-se com a viúva e seus filhos eram considerados descendentes do morto. Mas nem todos aprovavam a ideia. Onã se rebelou e, em vez de engravidar a cunhada Tamar, praticava o coito interrompido, ou seja, “derramava seu sêmen por terra”. Deus não gostou e tirou sua vida. Foi daí que surgiu o termo “onanismo”, sinônimo de masturbação. [Gênesis, capítulo 38, versículos 8-10]

6 - Mãos nos testículos de Isaac

Abraão pediu a um servo para achar uma mulher para seu filho Isaac, como era costume. O acordo foi selado conforme a tradição: o servo colocou “a mão sob a coxa” de Abraão – ou, dizem os estudiosos, segurou seus testículos. Isso porque a circuncisão (remoção da pele sobre o pênis) era sinal da aliança divina (“testículo” vem do latim testis, que também originou “testemunha”). [Gênesis, capítulo 24, versículos 1-9]

7 - Salomão tinha 700 mulheres

Salomão entrou para a história como um homem inteligente e justo. Mas ele tinha outros atributos. Segundo a Bíblia, o filho de Davi teria tido 700 esposas. E, por fora, ainda pegava mais 300 concubinas. Segundo historiadores, o harém devia-se, em parte, aos casamentos com estrangeiras por motivos diplomáticos. Entre as esposas, havia gente de todos os lugares: hititas, moabitas, edomitas. [Primeiro Livro dos Reis, capítulo 11, versículos 1-3]

8- Abimelec matou 69 irmãos

Irmãos nunca se deram muito bem na Bíblia – vide casos como Caim e Abel, Isaac e Ismael e Esaú e Jacó. Mas o maior fratricida das escrituras é Abimelec. Para assumir o trono, o filho de Gedeão matou ou mandou matar 69 de seus 70 irmãos. Só o caçula, Joatão, escapou – e isso porque fugiu. Mas o reinado de Abimelec não durou. Três anos depois, morreu ao levar uma pedrada na cabeça. [Juízes, capítulo 9, versículo 1-6]


9 - Filhas fazem sexo com pai

Revoltado com as bizarrices sexuais em Sodoma e Gomorra, Deus destruiu essas cidades. Ló, sobrinho de Abraão que morava em Sodoma, conseguiu escapar com suas duas filhas e se escondeu em uma caverna. Certas de que eram as últimas mulheres da Terra, as jovens embeberam o pai com vinho e mantiveram relações sexuais com ele por duas noites seguidas. Do incesto, nasceram Moab e Ben-Ami. [Gênesis, capítulo 19, versículos 30-38]


10 - Filha em troca de prepúcios

Mical, filha caçula do patriarca Saul, estava apaixonada por Davi. Só que Saul considerava o futuro genro um rival na luta pelo poder entre Judá e as tribos do norte. Para impedir o matrimônio, Saul pediu um dote de casamento que Davi não conseguiria pagar. Exigiu 100 prepúcios (pele que cobre a extremidade do pênis) de soldados filisteus. E David mais do que pedido: 200 prepúcio. Saul teve de entregar a mão da filha. [Primeiro Livro de Samuel, capítulo 18, versículos 17-27]

O título do texto é de autoria deste site. As informações são do The Illustrated Encyclopedia of the Bible, de John Drane, The Complete Who’s Who in the Bible, de Marshall Pickering, The Illustrated Guide to the Bible, de J.R. Porter, e A Bíblia Sagrada
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Erica Tais Oyama - Depoimento - Poderes Sobrenaturais Aplicados à Saúde - Transformação da Vida


Antes de fazer a RTS eu estava na maior parte do tempo sempre sentindo rava, pensamentos ruins me deixavam ainda mais nervosa e eu custava a acalmar, pra ajudar nisso eu usava principalmente os mantras, além disso tinha o problema de sentir pra baixo, desanimada, incapaz..

Durante o tratamento da RTS  eu dormia muito, ate de dia eu pegava no sono profundo, e sempre que acordava sentia que as mudanças realizadas de forma mental por vc, estavam sendo integradas em mim, e isso me fazia sentir bem melhor, e mais relaxada.

Depois de realizado a RTS notei muitas mudanças:
  • Estou com a mente leve, sem pensamentos nervosos, sem raiva acumulada, a alma livre, olho pro céu e o mesmo me passa um sentimento de liberdade, como há muito tempo não passava, só ocorria isso quando eu era criança. 

  • Vez ou outra que pensamentos ruins vem, vão embora logo não ficam fazendo hora na minha mente, como ocorria antes, e graças a sua ajuda nisso, não preciso mais de ficar ouvindo mantras nem musicas relax, e nao preciso mais de aplicar eft. 

  • As pernas estão melhores! eu não estava lembrando durante a sessão de RTS, mas havia momentos em que minha perna travava! e agora parou de ocorrer isso, estão relaxadas e bem melhores pra andar. 

  • Esses dias atras acabei discutindo com minha irmã, e me surpreendi ao ver que não surtei de raiva como sempre ocorria em discussões, muito pelo contrario consegui levar isso de uma forma melhor, e não sai sentindo raiva ou acumulando raiva, logo que terminei a discussão, ja estava de boa, mente vazia, pensamentos organizados, e olha foi a primeira vez que depois de uma discussão, senti essa leveza e equilíbrio! 

  • Os comandos de expansão da mente racional e o comando "eu sou capaz" tem me ajudado a lembrar de tarefas que realizo durante o dia a dia e também me ajudado a faze-las de forma completa, sem faltar nada, pois eu sempre fazia as tarefas pela metade rsrs, e além disso até pra cuidar do meu cachorro (ele sofre de problemas de saúde) eu to melhor, e consigo me lembrar do que eu tenho que fazer pra poder tratar dele melhor! 

  • Outra coisa que notei é que parei de me sentir presa, parei de me sentir pressionada, pois apesar de não falar disso durante a descrição do problemas, eu ficava me sentindo sufocada, aprisionada, e agora, sinto liberdade, alma solta, e livre pra sentir e expressar as partes de mim mesma que foram reprimidas e agora não vejo mal algum em deixa-las livres, afinal sou eu mesma!

  • Notei também que meus sonhos estão mais vívidos, nem sempre são agradáveis, mas agora consigo intender melhor os símbolos que aparece nos sonhos.

  • E por ultimo, pode parecer banal Dhin, mas finalmente depois de muito tempo consegui conversar com minha irma e minha mãe a respeito de um assunto do passado que me incomodava muito e agora me sinto ainda melhor diante de mim mesma. Foi uma vitoria em minha vida, pois era algo que precisava de ser falado e passado a limpo. Pensei que essa conversa iria demorar muito mais tempo, mas ela veio espontaneamente e eu pude expor toda a verdade de fatos do passado e isso trouxe libertação pra todas nos! 
Eu só posso te agradecer muito por tudo isso, pois vc fez mudanças que realmente fazem toda a diferença no meu dia a dia, e como é bom poder viver melhor!

Desejo um ótimo dia!
Obrigada por tudo!
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Descubra você também como é viver melhor!


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Depoimento RTS - Caroline Vendrame


Aspectos trabalhados: Crenças negativas sobre dinheiro vindas da educação cristã, insegurança, baixa autoconfiança, medo da solidão, medo da independência e do crescimento pessoal.


"Dhin!
É com muito prazer e satisfação que volto a lhe escrever , assim como prometido.
Passaram- se algumas semanas das sessões que fizemos, e vim aqui pra contar os resultados.


Quanto as crenças sobre dinheiro (enfoque da primeira sessão): A mudança é suave e gradual. Já não sinto mais tristeza em pagar as contas (o que emitia a vibração de escassez), as coisas acontecem com mais facilidade no âmbito financeiro (ufa! rssss). 


Quanto à segunda sessão, as mudanças também ocorrem de forma gradual, mas são absurdamente notáveis! Com o passar dos dias, fui tomada de tranquilidade. Conforme as coisas vão ocorrendo, me percebo muito mais racional e nada mais dependente de ninguém. 
As programações novas fizeram o medo de ficar sozinha e desamparada sumir, meu relacionamento tem sido cada dia melhor, acabo levando tudo com mais leveza, não sinto mais dor (dor física e emocional) que sentia quando me despedia das pessoas ou estava sozinha, me sinto muito mais segura e independente pra levar a vida ...E muito mais feliz.

É difícil exprimir em palavras tudo que vivo e sinto depois de passar pela RTS, mas posso dizer que a alegria de viver uma vida tranquila (o que não tinha antes) é ímpar, sem tamanho e impagável.
Confesso que estou muito​, muito satisfeita com os resultados que vejo a cada dia! A RTS está sendo um divisor de águas na minha vida... e acredito que não pare por aí, até por que a cada dia as mudanças aparecem de diferentes formas e em diferentes situações , quase que diariamente ..."

Caroline Vendrame
caro.vendrame@live.com 

*A cliente autorizou sua identificação*

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Caroline é uma pessoa que já tinha método para identificar em si e trabalhar as crenças que tinha sobre dinheiro e outras dificuldades. Entretanto todos nós chegamos sempre a uma "parede" no caminho do autoconhecimento. Por mais munido que um sujeito seja de técnicas, em algum momento ele precisará de outra pessoa para destravar processos que sozinho não se consegue.

Há algo muito comum em todas as pessoas que é herança transgeracional. Como o próprio nome diz, é aquilo que recebemos da nossa família em todos os níveis dessa vida: biológico, emocional, mental, cultural, material... Dessa forma recebemos dos familiares suas crenças e emoções sobre o dinheiro. Crescemos vendo a forma como eles lidam e administram bens e isso imprime em nós todos um modelo de como agir-sentir quando estivermos na mesma situação. Se você for uma pessoa que não olha pra dentro, não percebe as influências que recebeu, certamente passará os mesmos modelos - atualizados pela sua vida - para a vida dos seus filhos que os atualizarão e passarão adiante e assim sucessivamente. É lamentável se dar conta do quanto esse processo transgeracional se perpetua no tempo e no espaço. É por causa dele que muitas pessoas se julgam superiores às outras (ou outros grupos de pessoas) ou ao contrário, se sentem inferiores a alguém. 

Tudo nos é ensinado em vários níveis de linguagem: Educacional, cultural, inconsciente, comportamental, etc.

Quando você se propõem a se conhecer, mergulhar mesmo dentro de si,compreender a origem histórica de cada característica que te constrói, sentir suas dores na intensidade que elas possam ter para poder de fato superá-las, você está melhorando não só a si, não só a vida de quem existe na Terra ao mesmo tempo, mas à todas as pessoas que virão adiante. Tendo elas vínculo sanguíneo com você ou não. 

Perceba o quanto somos responsáveis por nós e pelos outros o tempo todo, a cada ato.

É comum que as pessoas tenham os seus problemas calcados nos problemas da sua família, sejam eles associados ao dinheiro, a relacionamentos, às dificuldades emocionais ou qualquer outra. 

Não é porque as pessoas têm dinheiro, status, aparência e idade de adulto que elas são de fato, adultos. A grande maioria das pessoas vive sem dar um passo muito distante da sua origem. Quero dizer que se as pessoas que criaram você tem dificuldades, por exemplo, nas relações sociais, você provavelmente terá também ou vai conseguir se diferenciar bem pouco deste modelo de conduta que absorveu. O medo de crescer, de ter um relacionamento amoroso bom e saudável pode vir disso em muitos casos (falo isso por que é comum chegarem esses pedidos para atendimento RTS). Esse é o medo de CRESCER que as pessoas têm.

Mas vocês sabem... poucas pessoas têm a oportunidade de mudar a sua realidade e o caminho a que ela está pré-destinada. Outras pessoas, como a Caroline Vendrame, têm a oportunidade e a agarram.

Obrigado à ela por este fabuloso depoimento!

Quem quiser aproveitar também a RTS e outros serviços que ofereço, CLIQUE AQUI.



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16 problemas de autoestima que afetam muito mais gente do que você pensa



Conteúdo do site BuzzFeed

1. “Sinto que não aproveitei muitas coisas por vergonha e medo”.

"Sinto que não aproveitei muitas coisas por vergonha e medo".
Dalinas / Getty Images
“Minha fase de adolescente foi trevosa! Autoestima baixíssima porque sempre fui gorda e na adolescência o tal “padrão” sufoca demais. Mesmo hoje que as coisas melhoraram sinto como isso ainda pesa na hora de conhecer alguém ou receber um elogio. Fotos são um drama à parte, ainda mais hoje em dia que tudo é muito baseado na exposição. Hoje minha autoestima é uma montanha russa, mas nem se compara com a da adolescência, que era nula”.

2. “Era normal não passar perto de espelhos e odiar minha imagem”.

"Era normal não passar perto de espelhos e odiar minha imagem".
Dalinas / Getty Images
“Hoje dói muito olhar pra trás e ver que ninguém fez nada por mim, quando poucas palavras teriam sido de grande ajuda. Ler na internet sobre pessoas que passavam pela mesma situação me ajudou muito, foi um processo lento mas foi maravilhoso e eu colho os frutos até hoje”.

3. “A minha adolescência foi um horror”.

"A minha adolescência foi um horror".
Vmelinda / Getty Images
“Quando eu tinha 14 anos comecei a ter problemas de autoestima porque todas as minhas amigas começaram a se desenvolver e eu não. Ainda por cima uma menina em especial praticava bullying comigo, falando que eu nunca ia chamar a atenção de ninguém e um dia chegou a dizer que eu deveria me matar. Eu não conseguia revidar. O menino de quem eu gostava também não colaborava, me chamava de feia, perna torta, bocão.
Mas com o tempo aprendi a me amar e hoje não tenho mais problema com isso, graças a Deus. Ver meu diário de adolescência é um horror e eu diria pra eu de 14 anos: AMIGA, VOCÊ ARRASA!”

4. “Ouvia comentários extremamente maldosos e acreditava neles”.

"Ouvia comentários extremamente maldosos e acreditava neles".
Frimages / Getty Images
“Passei por muitos problemas durante a infância e adolescência que fizeram com que eu parasse de acreditar em mim e qualquer pessoa a minha volta. Junto dessa tristeza que já me acompanhava, ouvia comentários extremamente maldosos e desnecessários na escola sobre minha imagem e rapidamente passei a acreditar nas besteiras que ouvia.
No ano passado passei a me abrir mais a certos movimentos, principalmente o feminista, que além da igualdade de gênero “prega” muito a questão da auto aceitação, e a cada dia que passava eu notava que os meus detalhes “diferentes” me faziam única. Hoje eu me olho no espelho e me sinto linda!
O mais incrível disso é que você passa a ser mais… leve. Antes, além de me julgar muito, eu julgava muito os outros pra me sentir menos mal comigo mesma e isso é extremamente destrutivo e triste. Hoje percebo beleza em todos e a vida anda bem melhor assim”.

5. “Me sinto na obrigação de corresponder aos padrões”.

"Me sinto na obrigação de corresponder aos padrões".
Irmun / Getty Images
“Quando eu era criança sofri muito bulliyng na escola por ser considerada feia. Aprendi a desenvolver minha personalidade com o tempo mas a sensação de se sentir feia é horrível, ainda me sinto na obrigação de emagrecer. Mas precisamos nos unir e aceitar nossa beleza. Dar exemplos bons umas para as outras”.

6. “Não sabia que ansiedade social era uma doença”.

“Eu sofria de ansiedade social tão forte que tinha vergonha de mudar coisas simples, como corte de cabelo e roupas. Achava que isso era algo que só eu sentia. Vivi com isso dos 10 anos aos 17 sem saber que era uma doença. Tive várias crises de ansiedade durante esse período e não fazia ideia do que era”.

7. “Eu falava para mim mesma que era feia e ridícula”.

"Eu falava para mim mesma que era feia e ridícula".
Mrljanica / Getty Images
“Quando mais nova eu me sentia horrível. Me sentia uma pessoa desprezível mesmo. Me olhava todos os dias no espelho e chorava falando pra mim mesma o quanto eu era ridícula, feia e me odiava. Hoje em dia tenho momentos de fraqueza e quando me deixo abater e me coloco para baixo, mas penso “se eu não me amar, quem vai?”. Se eu não aceitar quem eu sou, a minha própria essência fica ferida.
Tive uma evolução enorme e comecei a me sentir bem comigo mesma quando comecei a conhecer mais sobre os ideais do feminismo. O movimento me ajudou a amar quem eu sou, independente de como eu sou. Como diz RuPaul: ‘Se você não amar a si mesma, como raios vai amar outra pessoa?’”

8. “Minha timidez era tão extrema que não conseguia conversar com ninguém”.

"Minha timidez era tão extrema que não conseguia conversar com ninguém".
Kevinhillillustration / Getty Images
“Eu já tive sérios problemas de timidez, em um nível que eu não tinha coragem de falar com ninguém que não fosse da minha família, mesmo que a pessoa me dirigisse a palavra. Até na hora de sair com amigos eu tinha medo e vergonha. Hoje estou bem mais seguro com relação às pessoas, mas lamento ver que poderia ter feito mais amigos na vida se não fosse esse problema”.

9. “Não conseguia reconhecer nenhuma vitória pessoal, não importa o quanto estudasse ou progredisse no trabalho”.

"Não conseguia reconhecer nenhuma vitória pessoal, não importa o quanto estudasse ou progredisse no trabalho".
Frimages / Getty Images
“Eu já tive muitos relacionamentos abusivos. Alguns caras diziam que eu não era bonita o suficiente, boa o suficiente. E eu não me achava capaz de encontrar caras melhores. Com as críticas, cheguei a cobrir os espelhos da minha casa. Hoje vivo uma luta diária para me adaptar ao meu corpo, para me reconhecer como a mulher “bem sucedida” que sou. É matar um leão por dia”.

10. “Achava que os outros me aceitavam por caridade”.

"Achava que os outros me aceitavam por caridade".
Olarty / Getty Images
“Eu achava que não era interessante o bastante para andar com algumas pessoas. Que elas faziam um esforço para me aceitar por caridade. 
Eu me sentia culpada por não me encaixar, por não concordar com algumas atitudes delas, e me sentia sozinha porque não via como consertar isso. Mas acabei me afastando delas (ou elas de mim), e isso foi muito bom. Muito bom mesmo”.

11. “Quando ouço alguém rindo, imagino que seja de mim”.

"Quando ouço alguém rindo, imagino que seja de mim".
Olarty / Getty Images
“Desde criança eu sempre me senti inferior aos demais. Me sinto mal quando as pessoas riem perto de mim, porque imagino que eu seja o motivo da chacota. É difícil falar disso com os outros porque já ouvi de ex-namorados que eu apenas gosto de me fazer de vítima – mas olha, se eu tivesse escolha, jamais iria querer me sentir assim, e não quero que mais ninguém se sinta.
Isso me encheu minha vida de frustrações, tanto na faculdade como nos relacionamentos. Hoje, aos 26, faço terapia cognitivo-comportamental pra tentar contornar esses sentimentos”.

12. “Acho que as pessoas estão brincando quando me elogiam”.

“Até hoje às vezes me pego rindo quando alguém me elogia e fala que eu sou bonita ou inteligente. Não por estar feliz com o elogio, mas sim por entender como uma brincadeira, ou como um esforço da pessoa em me agradar. Racionalmente sei que não é assim e, ao escrever, essas coisas me parecem ainda mais ridículas”.

13. “Se alguém não responde minha mensagem, tenho vontade de comer meus dedos”.

“Não consigo mandar uma mensagem para alguém sem pensar que essa pessoa me odeia, me acha ridícula, que eu encho o saco. E se a pessoa não me responde então, tenho vontade de comer meus dedos. E foi assim que me transformei numa pessoa isolada socialmente, o que é aprofundado pelo fato de trabalhar em home office – mas isso não é uma reclamação, porque eu gosto de trabalhar assim”.

14. “Sentia que não me encaixava por ser feio”.

"Sentia que não me encaixava por ser feio".
Kevinhillillustration / Getty Images
“Quando era adolescente tive muitos problemas de autoestima. Sempre era excluído das rodas de amigos, as garotas não me cumprimentavam com um beijo no rosto como faziam com os outros meninos e eu era motivo de piada por parte da ala masculina sempre. Sentia que não me encaixava porque eu era “feio”.
O tempo foi passando, fui crescendo, conheci gente que não me julgava por questões de aparência, que me elogiavam, fui aceitando essa ideia é percebendo que eu não era tão feio assim. Hoje, aceito minha aparência da forma que é, mas principalmente sei que sou uma pessoa que possui uma beleza que vai além da estética. Amor próprio, minha gente, acima de tudo!”

15. “Gosto de quem eu sou, mas às vezes duvido de mim mesma”.

"Gosto de quem eu sou, mas às vezes duvido de mim mesma".
Irmun / Getty Images
“Às vezes eu me sinto incrível, penso em tudo que eu tenho, que sou e que conquistei, mas logo em seguida penso que não sou merecedora dessas coisas por alguma razão, e eu não sei explicar isso direito. Hoje estou sozinha e penso que é por que estou acima do peso ou porque sou insuportável e nunca ninguém vai me aguentar. Isso tudo ao mesmo tempo que me acho interessante e batalhadora”.

16. “Travo uma batalha interna todos os dias”.

"Travo uma batalha interna todos os dias".
Cofeee / Getty Images
“Eu ainda tenho o hábito de me comparar com outras pessoas. No começo era com a beleza das outras meninas, mas depois comecei a me comparar intelectualmente. Houve momentos insuportáveis. Estou buscando tratamento e atividades que me agradam para que eu possa “me encontrar”. Recebo muito apoio dos meus familiares, namorado e amigos… Sem eles eu realmente não conseguiria “enxergar” minhas qualidades.
Todo dia a gente precisa buscar uma maneira de resistir, de driblar esses sentimentos que nos consomem a gente. Eu sei que vou ficar bem algum dia, porque sempre travo uma batalha interna contra isso”.
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