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Depoimento RTS - Caroline Vendrame

16 problemas de autoestima que afetam muito mais gente do que você pensa

- by Dhin Akari



Conteúdo do site BuzzFeed

1. “Sinto que não aproveitei muitas coisas por vergonha e medo”.

"Sinto que não aproveitei muitas coisas por vergonha e medo".
Dalinas / Getty Images
“Minha fase de adolescente foi trevosa! Autoestima baixíssima porque sempre fui gorda e na adolescência o tal “padrão” sufoca demais. Mesmo hoje que as coisas melhoraram sinto como isso ainda pesa na hora de conhecer alguém ou receber um elogio. Fotos são um drama à parte, ainda mais hoje em dia que tudo é muito baseado na exposição. Hoje minha autoestima é uma montanha russa, mas nem se compara com a da adolescência, que era nula”.

2. “Era normal não passar perto de espelhos e odiar minha imagem”.

"Era normal não passar perto de espelhos e odiar minha imagem".
Dalinas / Getty Images
“Hoje dói muito olhar pra trás e ver que ninguém fez nada por mim, quando poucas palavras teriam sido de grande ajuda. Ler na internet sobre pessoas que passavam pela mesma situação me ajudou muito, foi um processo lento mas foi maravilhoso e eu colho os frutos até hoje”.

3. “A minha adolescência foi um horror”.

"A minha adolescência foi um horror".
Vmelinda / Getty Images
“Quando eu tinha 14 anos comecei a ter problemas de autoestima porque todas as minhas amigas começaram a se desenvolver e eu não. Ainda por cima uma menina em especial praticava bullying comigo, falando que eu nunca ia chamar a atenção de ninguém e um dia chegou a dizer que eu deveria me matar. Eu não conseguia revidar. O menino de quem eu gostava também não colaborava, me chamava de feia, perna torta, bocão.
Mas com o tempo aprendi a me amar e hoje não tenho mais problema com isso, graças a Deus. Ver meu diário de adolescência é um horror e eu diria pra eu de 14 anos: AMIGA, VOCÊ ARRASA!”

4. “Ouvia comentários extremamente maldosos e acreditava neles”.

"Ouvia comentários extremamente maldosos e acreditava neles".
Frimages / Getty Images
“Passei por muitos problemas durante a infância e adolescência que fizeram com que eu parasse de acreditar em mim e qualquer pessoa a minha volta. Junto dessa tristeza que já me acompanhava, ouvia comentários extremamente maldosos e desnecessários na escola sobre minha imagem e rapidamente passei a acreditar nas besteiras que ouvia.
No ano passado passei a me abrir mais a certos movimentos, principalmente o feminista, que além da igualdade de gênero “prega” muito a questão da auto aceitação, e a cada dia que passava eu notava que os meus detalhes “diferentes” me faziam única. Hoje eu me olho no espelho e me sinto linda!
O mais incrível disso é que você passa a ser mais… leve. Antes, além de me julgar muito, eu julgava muito os outros pra me sentir menos mal comigo mesma e isso é extremamente destrutivo e triste. Hoje percebo beleza em todos e a vida anda bem melhor assim”.

5. “Me sinto na obrigação de corresponder aos padrões”.

"Me sinto na obrigação de corresponder aos padrões".
Irmun / Getty Images
“Quando eu era criança sofri muito bulliyng na escola por ser considerada feia. Aprendi a desenvolver minha personalidade com o tempo mas a sensação de se sentir feia é horrível, ainda me sinto na obrigação de emagrecer. Mas precisamos nos unir e aceitar nossa beleza. Dar exemplos bons umas para as outras”.

6. “Não sabia que ansiedade social era uma doença”.

“Eu sofria de ansiedade social tão forte que tinha vergonha de mudar coisas simples, como corte de cabelo e roupas. Achava que isso era algo que só eu sentia. Vivi com isso dos 10 anos aos 17 sem saber que era uma doença. Tive várias crises de ansiedade durante esse período e não fazia ideia do que era”.

7. “Eu falava para mim mesma que era feia e ridícula”.

"Eu falava para mim mesma que era feia e ridícula".
Mrljanica / Getty Images
“Quando mais nova eu me sentia horrível. Me sentia uma pessoa desprezível mesmo. Me olhava todos os dias no espelho e chorava falando pra mim mesma o quanto eu era ridícula, feia e me odiava. Hoje em dia tenho momentos de fraqueza e quando me deixo abater e me coloco para baixo, mas penso “se eu não me amar, quem vai?”. Se eu não aceitar quem eu sou, a minha própria essência fica ferida.
Tive uma evolução enorme e comecei a me sentir bem comigo mesma quando comecei a conhecer mais sobre os ideais do feminismo. O movimento me ajudou a amar quem eu sou, independente de como eu sou. Como diz RuPaul: ‘Se você não amar a si mesma, como raios vai amar outra pessoa?’”

8. “Minha timidez era tão extrema que não conseguia conversar com ninguém”.

"Minha timidez era tão extrema que não conseguia conversar com ninguém".
Kevinhillillustration / Getty Images
“Eu já tive sérios problemas de timidez, em um nível que eu não tinha coragem de falar com ninguém que não fosse da minha família, mesmo que a pessoa me dirigisse a palavra. Até na hora de sair com amigos eu tinha medo e vergonha. Hoje estou bem mais seguro com relação às pessoas, mas lamento ver que poderia ter feito mais amigos na vida se não fosse esse problema”.

9. “Não conseguia reconhecer nenhuma vitória pessoal, não importa o quanto estudasse ou progredisse no trabalho”.

"Não conseguia reconhecer nenhuma vitória pessoal, não importa o quanto estudasse ou progredisse no trabalho".
Frimages / Getty Images
“Eu já tive muitos relacionamentos abusivos. Alguns caras diziam que eu não era bonita o suficiente, boa o suficiente. E eu não me achava capaz de encontrar caras melhores. Com as críticas, cheguei a cobrir os espelhos da minha casa. Hoje vivo uma luta diária para me adaptar ao meu corpo, para me reconhecer como a mulher “bem sucedida” que sou. É matar um leão por dia”.

10. “Achava que os outros me aceitavam por caridade”.

"Achava que os outros me aceitavam por caridade".
Olarty / Getty Images
“Eu achava que não era interessante o bastante para andar com algumas pessoas. Que elas faziam um esforço para me aceitar por caridade. 
Eu me sentia culpada por não me encaixar, por não concordar com algumas atitudes delas, e me sentia sozinha porque não via como consertar isso. Mas acabei me afastando delas (ou elas de mim), e isso foi muito bom. Muito bom mesmo”.

11. “Quando ouço alguém rindo, imagino que seja de mim”.

"Quando ouço alguém rindo, imagino que seja de mim".
Olarty / Getty Images
“Desde criança eu sempre me senti inferior aos demais. Me sinto mal quando as pessoas riem perto de mim, porque imagino que eu seja o motivo da chacota. É difícil falar disso com os outros porque já ouvi de ex-namorados que eu apenas gosto de me fazer de vítima – mas olha, se eu tivesse escolha, jamais iria querer me sentir assim, e não quero que mais ninguém se sinta.
Isso me encheu minha vida de frustrações, tanto na faculdade como nos relacionamentos. Hoje, aos 26, faço terapia cognitivo-comportamental pra tentar contornar esses sentimentos”.

12. “Acho que as pessoas estão brincando quando me elogiam”.

“Até hoje às vezes me pego rindo quando alguém me elogia e fala que eu sou bonita ou inteligente. Não por estar feliz com o elogio, mas sim por entender como uma brincadeira, ou como um esforço da pessoa em me agradar. Racionalmente sei que não é assim e, ao escrever, essas coisas me parecem ainda mais ridículas”.

13. “Se alguém não responde minha mensagem, tenho vontade de comer meus dedos”.

“Não consigo mandar uma mensagem para alguém sem pensar que essa pessoa me odeia, me acha ridícula, que eu encho o saco. E se a pessoa não me responde então, tenho vontade de comer meus dedos. E foi assim que me transformei numa pessoa isolada socialmente, o que é aprofundado pelo fato de trabalhar em home office – mas isso não é uma reclamação, porque eu gosto de trabalhar assim”.

14. “Sentia que não me encaixava por ser feio”.

"Sentia que não me encaixava por ser feio".
Kevinhillillustration / Getty Images
“Quando era adolescente tive muitos problemas de autoestima. Sempre era excluído das rodas de amigos, as garotas não me cumprimentavam com um beijo no rosto como faziam com os outros meninos e eu era motivo de piada por parte da ala masculina sempre. Sentia que não me encaixava porque eu era “feio”.
O tempo foi passando, fui crescendo, conheci gente que não me julgava por questões de aparência, que me elogiavam, fui aceitando essa ideia é percebendo que eu não era tão feio assim. Hoje, aceito minha aparência da forma que é, mas principalmente sei que sou uma pessoa que possui uma beleza que vai além da estética. Amor próprio, minha gente, acima de tudo!”

15. “Gosto de quem eu sou, mas às vezes duvido de mim mesma”.

"Gosto de quem eu sou, mas às vezes duvido de mim mesma".
Irmun / Getty Images
“Às vezes eu me sinto incrível, penso em tudo que eu tenho, que sou e que conquistei, mas logo em seguida penso que não sou merecedora dessas coisas por alguma razão, e eu não sei explicar isso direito. Hoje estou sozinha e penso que é por que estou acima do peso ou porque sou insuportável e nunca ninguém vai me aguentar. Isso tudo ao mesmo tempo que me acho interessante e batalhadora”.

16. “Travo uma batalha interna todos os dias”.

"Travo uma batalha interna todos os dias".
Cofeee / Getty Images
“Eu ainda tenho o hábito de me comparar com outras pessoas. No começo era com a beleza das outras meninas, mas depois comecei a me comparar intelectualmente. Houve momentos insuportáveis. Estou buscando tratamento e atividades que me agradam para que eu possa “me encontrar”. Recebo muito apoio dos meus familiares, namorado e amigos… Sem eles eu realmente não conseguiria “enxergar” minhas qualidades.
Todo dia a gente precisa buscar uma maneira de resistir, de driblar esses sentimentos que nos consomem a gente. Eu sei que vou ficar bem algum dia, porque sempre travo uma batalha interna contra isso”.
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FATOR 
QUÂNTICO

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